domingo, 22 de janeiro de 2017

Há um novo cinema no Porto que só está à espera dos espectadores
Em fevereiro, renascem as salas de cinema tradicionais na Baixa com a reabertura do Trindade. A Câmara quer transformar o Batalha e o cineclube está vivo. É só aguardar o público.

E, quase, de repente os projetores de cinema estão de volta à Baixa do Porto. Já se tinha lançado âncoras, com a exibição no Cinema Passos Manuel, e os ciclos "Há Filmes na Baixa", organizados pelo Porto Post Doc. Surgiu agora o anúncio da reabertura das duas salas do Cinema Trindade, numa aposta corajosa da distribuidora Nitrato Filmes. A isto junta-se o acordo feito pela Câmara Municipal do Porto para transformar o Cinema Batalha numa casa do cinema da cidade.

A aposta no Cinema Trindade é a mais arriscada, admite Américo Santos, o homem da Nitrato, distribuidora com sede em Santa Maria da Feira, o local onde há 20 anos também organiza o Festival de Cinema Luso-Brasileiro. "Era um projeto antigo, aliar distribuição com exibição para ganhar mais autonomia. Para isso precisávamos de um espaço", diz Américo Santos.

Se tudo correr como previsto, as salas reabrem em pleno no próximo dia 2. Nessa quinta-feira haverá uma sessão para convidados com um filme surpresa. "Será um teste, para ver se está tudo a funcionar bem." São duas salas, com 168 e 183 lugares, que foram criadas como contrapartida pela entrega da antiga sala principal ao Bingo do Salgueiros, e estavam fechadas desde 2000.

"O que nos move é o gosto pelo cinema", diz o novo exibidor de cinema no Porto. "É um risco, é verdade, mas calculado. Vemos que hoje há um apelo maior para ir ao cinema. Queremos acompanhar esta vontade e tendência crescente de sair à noite. O cinema tem um espaço aí. Sou daqueles que pensam que o Netflix é mais efémero do que a sala de cinema."

Com duas salas, a Nitrato pretende colocar o Trindade "a funcionar como um multiplex, que permita o cruzamento entre a programação tradicional, com estreias, aberta a todos os distribuidores do país, e uma sala mais para ciclos, mostras, festivais, propostas individuais." Neste aspeto, já há surpresas. "Têm chovido, felizmente, de gente ligada ao cinema, associações, estudantes."

Esperam-se dez sessões por dia, "com horários diversos", com um preço inicial de 5 euros, "a ajustar consoante a afluência". Há novos projetores digitais e um de 35 mm. "Estamos equipados ao mais alto nível", garante Américo Santos, convencido que a cidade ainda está muito ligada ao Trindade, reconhece o Trindade como cinema."

Para já há o apoio municipal com o Tripass, um cartão lançado pela Câmara do Porto que dá acesso ao circuito de cinema na Baixa , oferecendo descontos nas salas dos cinemas Trindade, Teatro Municipal do Porto (Rivoli e Campo Alegre) e Passos Manuel. "É o único apoio especial, muito válido para a fidelização de público. Permite suavizar a conta das pessoas, um desconto de 20% é significativo." Pagará renda à Neves & Pascaud, empresa também proprietária do Batalha. A anunciada reabertura desta mítica sala "é positiva, mas espera-se que seja diferente, mais de formação de públicos. Ainda não se sabe muito."

A opinião é partilhada por José António Cunha, presidente do Cineclube do Porto: "Falta saber como irá funcionar o Batalha." Desde 2010, o cineclube mora na Casa das Artes, na zona da Boavista. Não é Baixa do Porto. Mas os circuitos não são estáticos.

A distância era uma dúvida quando o cineclube se mudou para o edifício do Ministério da Cultura. "Não há muitos transportes públicos mas as pessoas aparecem. Penso que essa ideia de Baixa existe mais no discurso público do que na prática", considera José António Cunha.

Há novos públicos

Na realidade, o cineclube até tem visto uma evolução positiva de espetadores. Com 150 sessões em 2016, registou uma média de 56 espetadores, superior à registada no total nacional. "Há duas tendências em paralelo: o regresso de antigos associados e um público novo, o que não significa jovem mas pessoas até aos 45 anos que começaram a frequentar", explica José António Cunha. Para este reerguer, contribui muito o diálogo. "Organizamos cada mês tematicamente. Há uma lógica e uma relação de diálogo com os espetadores, para assim perceber o que é mais aceite, o que é mais provocante."

E nem todos são sócios. "Apenas um terço" entra no grupo de 140 associados que atualmente pagam a anualidade de 30 euros e 50 cêntimos por sessão. A maioria dos espetadores paga 3,5 euros.

A exibição cinematográfica tem recuperado espetadores, houve mais bilhetes vendidos em 2016 em Portugal e na Europa em geral. "Não tenho ilusões, os tempos áureos não vão voltar. Mas há espaço, e haverá mais, para o cinema", acredita Américo Santos. "Ir ao cinema é uma prática muito relevante e não vai desaparecer", diz José António Cunha: "Não é só o filme que se vai ver. É um ato que obriga a um lado social. A pessoa dispõe-se a sair de casa e vai ao cinema, onde partilha com desconhecidos. É todo um quadro mental diferente."
São Paulo é a cidade que mais usa Uber no mundo
O mês de dezembro consolidou a cidade de São Paulo como o maior dos mercados da Uber no mundo. Ultrapassou São Francisco e Cidade do México.

A cidade do Rio de Janeiro aparece entre as cinco primeiros do ranking.


 A posição de São Paulo foi favorecida pela venda as operações da Uber na China meses atrás.
Aniversário de São Paulo

Vale a pena tirar um final de semana de folga e curtir o que a capital paulista tem de melhor, seus teatros, museus e gastronomia inigualáveis
Desde sua fundação, em 25 de janeiro de 1554, o rápido crescimento de São Paulo impôs o ritmo de suas próprias transformações. Atualmente, vislumbrar a quinta maior cidade do mundo é uma experiência fascinante, tamanha são a extensão e a complexidade desta metrópole.

A região metropolitana de São Paulo, com cerca de 25 milhões de habitantes, é a maior cidade da América Latina; São Paulo acolhe a todos sem distinção de raça, credo ou cor; é uma cidade de todas as línguas e sotaques, de e todos os credos e paladares. Uma das maiores metrópoles do mundo, São Paulo fervilha dia e noite. Mais de 10 milhões de habitantes carregam muito mais do que sangue português, negro e índio. Tem também sangue italiano, judeu, japonês, árabe, alemão e de tantos outros povos. E acima de tudo, tem pressa.

O ritmo das máquinas do parque industrial ditou o slogan, que o paulista assimilou e cumpre ao pé da letra: "São Paulo não pode parar". Hoje, o ritmo ainda mais alucinado dos pregões da Bolsa de Valores, da incorporação de tecnologia de ponta na indústria e nos serviços e das inúmeras pesquisas realizadas em centros universitários de excelência, atestam que São Paulo não para.

Floresta de pedra salpicada por mais de 30 parques que somam 15 milhões de metros quadrados de área verde, São Paulo ostenta, em concreto, alguns dos grandes exemplos do que a criatividade e a engenhosidade humanas podem produzir. Como o Museu de Arte de São Paulo, o MASP, o Memorial da

América Latina ou o complexo arquitetônico do centro da cidade, com seus prédios, pontes e viadutos.
Por sua importância na economia do Brasil, São Paulo abriga grande parte dos escritórios centrais de grandes empresas nacionais e internacionais e é referência obrigatória para os negócios. Mas você vai descobrir que a cidade é bem mais do que isso.

Inaugurada em 2008, Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira já é um dos principais cartões-postais da metrópole. Com 138 metros de altura e 144 cabos de aço pintados de amarelo, a ponte liga Brooklin ao Morumbi. Uma verdadeira obra de engenharia do arquiteto João Valente Neto.

São Paulo é considerada um dos maiores polos gastronômicos do mundo. Uma rede de mais de mil restaurantes oferece comidas típicas nacionais e internacionais. Por isso, lazer de paulistano sempre inclui a ida a um restaurante.

São Paulo também tem excelentes museus de arte e históricos. O MASP, Museu Arte de São Paulo, em seu prédio moderno e arrojado, guarda uma coleção famosa internacionalmente que tem artistas como Bosch, Rembrandt, Poussin, Van Gogh, Renoir e Degas. A Pinacoteca do Estado está instalada em uma construção de 1905, totalmente recuperada, e tem em seu acervo obras de artistas brasileiros do Século XIX e do período Modernista.

São Paulo fica a 420 km do Rio de Janeiro e a 1020 km de Brasília. Voos para os principais centros de negócios e turismo do mundo partem do  Aeroporto Internacional, a 30 km do centro. O Aeroporto de Congonhas, na zona sul da cidade, divide com o Internacional linhas domésticas para todas as regiões do País. Possui três grandes terminais rodoviários, com ônibus para cidades de todo o Brasil. Está ligada ao Rio de Janeiro por modernas rodovias.

Por tudo isso, vale a pena conhecer a “Paulicéia Desvairada”. Boa Viagem!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Santander Cultural apresenta sua programação de verão


O ano de 2017  traz novidades na agenda do Santander Cultural em Porto Alegre. A partir do dia 10 de janeiro, o Cine Santander Cultural traz uma seleção de cinema brasileiro com muitos títulos gaúchos e 12 sessões comentadas. Na área musical, os shows do projeto Ouvindo Música passam a ser mensais, enquanto que a Oficina de Choro recomeça o ano em um formato totalmente inovador. A Ação Educativa, que dialoga com todas as áreas como um pilar que alicerça a reflexão e a geração de conhecimento, marca presença com uma agenda de oficinas com temas variados.


Todas atividades da ação educativa e Oficina de Choro têm entrada franca, sendo que as inscrições já estão abertas. O cinema tem preço único de R$ 10 e os shows R$ 12 (ingressos podem ser adquiridos antecipadamente).

inema – Entre 10 de janeiro e 23 de fevereiro, o cinema exibe 16 longas-metragens e o lançamento de duas séries gaúchas. Trata-se de um panorama bastante representativo da produção local, com nove filmes gaúchos e com a participação dos seus realizadores em sessões comentadas. Duas séries filmadas recentemente no Rio Grande do Sul – “As Aventuras de Minuano Kid”, uma aventura infanto-juvenil, e “Projeto Gema”, que registra os diferentes estilos de música regional do Estado – e o curta gaúcho “Luna 13”, são exibidas em sessões únicas com entrada franca e comentadas pelos seus realizadores.

Outros sete grandes filmes brasileiros lançados em 2016 estão na grade – dentre eles “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert; “A Luneta do Tempo”, de Alceu Valença; e o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha.

Chorinho – A Oficina de Choro Santander Cultural expande suas atividades este ano em grande estilo. Uma das mais longevas iniciativas na área de educação musical no país – o projeto existe há 12 anos – é coordenado, atualmente, pelo músico Mathias Pinto.

Em 2017, a Oficina amplia sua equipe de professores, aumentando a capacidade de alunos e trazendo novas áreas abordadas como aulas de criação e improviso. Na formação da nova equipe músicos destacados no estado, como Samuca, do Acordeon, Elias Barboza, Guilherme Sanches, Lucian Krolow, Alexandre Susin e Mônica Kern na produção executiva e comunicação, se unem com o objetivo de proporcionar educação musical através da linguagem choro, incentivando a postura criativa e a formação de multiplicadores desse estilo.

Oficinas – Um dos destaques do verão são as oficinas criativas com temas variados para todas as idades. Libras, O Reaproveitamento Expandido; Oficina Papelera – Formatação e Desenvolvimento de Projetos Gráficos Impressos; A Voz para uma autodescoberta em uma abordagem transdisciplinar; Fotografia Digital Conectada; Dança e Criatividade; e Oficina Passos Básicos do Funk estão no programa.

Todas as atividades são coordenadas pela Ação Educativa da instituição no intuito de estimular um aprendizado com valores agregados. Além das oficinas, diariamente ocorrem atividades como: visitas ao prédio e em seu entorno, desenho, origami, sketchbook, maquete tátil, frotagem, monotipia, macramê, entre outras.

Shows – Dia 25 de janeiro, quarta-feira, às 19h, Vítor Ramil se apresenta pela primeira vez em show solo no Santander Cultural. O músico passou pela instituição nos shows de inauguração, há quinze anos, ao lado do compositor Chico César.

No dia 22 de fevereiro, o blues volta ao palco da unidade de cultura do Santander com a presença de um nome histórico do gênero: Birdlegg, que vem direto do Estados Unidos para sua primeira exibição em Porto Alegre.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Novos secretários de Nelson Marchezan Júnior tomam posse na Prefeitura da Capital
Na cerimônia de transmissão de cargos na prefeitura de Porto Alegre, da qual participaram o ex-prefeito José Fortunati (PDT) e o prefeito eleito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), também foram empossados os secretários já anunciados da nova gestão. Alguns foram chamados a tomar posse como titulares de secretarias que ainda não existem - a reforma administrativa será votada a partir de hoje pelos vereadores - e deverão assumir funções de outras pastas até que se tenha a aprovação do projeto do Executivo na Câmara. É o caso das secretarias de Desenvolvimento Social, Desenvolvimento Econômico, de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, de Parcerias Estratégicas e de Relações Institucionais.

O ato com os secretários foi mais rápido e sem discurso. Dois vereadores que haviam sido empossados pouco mais cedo na Câmara tomaram posse novamente, mas como secretários: Elizandro Sabino (PTB) e Ricardo Gomes (PP), dois dos três secretários vinculados a siglas até agora. Além dos nomes já divulgados, também foi anunciada a jornalista Tânia Moreira como coordenadora do Gabinete de Comunicação Social. À imprensa, o prefeito Nelson Marchezan Junior (PSDB) disse que deverá anunciar os novos titulares ainda nesta semana.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Câmara dá posse ao prefeito Nelson Marchezan Júnior

Após a cerimônia de posse dos vereadores eleitos e a realização da eleição dos demais cargos da Mesa Diretora, a Câmara Municipal de Porto Alegre deu posse ao novo prefeito da Capital, Nelson Marchezan Júnior, e o vice-prefeito, Gustavo Paim. O prefeito Marchezan Júnior, depois de fazer o seu juramento oficial, prestou seu compromisso legal, saudando a todos presentes e declarando seu "compromisso ético, moral e financeiro" com a cidade de Porto Alegre, e principalmente, reiterando suas prioridades focadas no interesse público e coletivo.

“Estou encerrando, hoje, uma década de parlamentar. Quero desejar aos senhores vereadores, que também prestam um serviço público e tomam posse neste dia 1º, que as suas realizações sejam maiores que as frustrações. A partir de agora, iniciamos um novo mandato, bem como cada cidadão tem uma nova esperança no prefeito. Durante a campanha, foi inevitável o meu amadurecimento fruto dos adversários leais que tivemos, amadurecimento fruto dos partidos que tivemos, e ainda, ratifico, o amadurecimento pela vida real de cada um dos porto-alegrenses”, ponderou Marchezan, acrescentando:


“Espero que as nossas atividades partidárias jamais deixem de entender o que acontece fora da Câmara e da prefeitura. Firmamos um contrato, presidente Cássio. O nosso contrato ficou registrado em cada compromisso assumido. Pedimos a Deus para mantermos o compromisso ético, moral e financeiro. Temos a convicção de que poderemos cumprir todos os compromissos. Nós todos fomos vitoriosos na nossa campanha e temos o desafio de tornar a cada porto-alegrense também vitorioso com as nossas conquistas”, afirmou o prefeito.

Novos desafios

“Os desafios serão imensos para tornar a capital gaúcha uma cidade melhor para se viver. O desafio maior é buscar, acima de tudo isso, o real interesse público. Nem sempre o interesse partidário, sindical ou interesse das corporações públicas e privadas, o interesse da imprensa, dos empresários ou mesmo de alguns indivíduos que estão ligados aos interesses públicos prevalecerão. Queremos conseguir conquistar aqui a sapiência das pessoas pelos interesses acima do interesse sindical. Como meu pai, acredito que a solução está na política com “P” maiúsculo, que tem como fundamento buscar os interesses daqueles que sequer tem voz ativa e não conciliar somente os interesses dos que gritam mais alto”, exclamou o prefeito, ratificando que o povo aprendeu com a dor e com a incompetência. “As pessoas mudaram. As exigências mudaram. Boa parte da nossa sociedade não aceita mais discursos vazios”, concluiu.

Compromisso público

“Tudo que foi plantado pela gestão do governo Fortunati e não gerou frutos será arrancado. O que gerou frutos em beneficio da cidade será regado, cultivado e se manterá em crescimento. Tenham a certeza, cada um dos senhores, que estaremos ao seu lado, quando os senhores estiverem no caminho do interesse público e coletivo. A mudança necessária será feita. A mudança de nossa cidade não se realizará apenas com o nosso amadurecimento. Nós estamos em crise, uma crise jamais vista, e vamos fazer o possível para fazer um novo tempo”, finalizou Marchezan, desejando um excelente 2017 aos presentes.


Marchezan assumirá a prefeitura neste domingo


Nelson Marchezan Júnior (PSDB) vai tomar posse à frente da prefeitura da Capital neste domingo, às 15h, em cerimônia na Câmara Municipal de Porto Alegre.

No segundo turno, confirmou o favoritismo e venceu o adversário Sebastião Melo (PMDB), com 60,5% da votação válida.

Mesmo diante dos desafios que terá à frente da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior entra 2017 com muito otimismo e projetos para embelezar e devolver aos cidadãos uma cidade mais limpa, com maior qualidade de vida. Hoje, segundo ele, os números são assustadores. A Capital apresenta quatro vezes mais homicídios do que São Paulo e duas vez mais do que o Rio de Janeiro, somado ao maior índice de roubo de veículos no País.

Para fazer entregas aos porto-alegrenses, o atual prefeito foi buscar pessoas qualificadas, ou seja, uma equipe altamente técnica. “Nenhuma política é viável se não tiver uma política de boa administração financeira” e o objetivo, que norteia estes novos rumos da administração municipal passam “por não perder a relação com a sociedade, com a vida real das pessoas”. Marchezan prega a ética, o comprometimento e é firme em apontar que “é o caráter que diferencia as pessoas”

Prefeito de Porto Alegre, vice e vereadores tomam posse domingo
Nelson Marchezan Junior (PSDB) toma posse neste domingo (1°).

G1 RS transmite solenidade de posse e transmissão de cargos.

A solenidade de posse do prefeito, vice e dos vereadores eleitos em Porto Alegre vai ocorrer neste domingo (1°). Nelson Marchezan Junior (PSDB), Gustavo Paim e os 36 parlamentares assumem oficialmente seus cargos em ato na Câmara de Vereadores (veja a lista completa abaixo).
A sessão, marcada para as 15h, no Plenário Otávio Rocha terá a entrega dos diplomas e declarações de bens, a prestação dos compromissos legais dos vereadores, do prefeito e vice eleitos. Também serão indicados os líderes das bancadas e haverá a eleição e a posse das comissões da Casa.
Deverão discursar apenas o presidente da Câmara em 2016, vereador Cassio Trogildo (PTB); o presidente que será eleito para 2017 e o prefeito eleito. Mais tarde, haverá a transmissão de cargos na Prefeitura Municipal. O G1 transmite as cerimônias.

Pela primeira vez na história, o PSDB vai governar Porto Alegre. Marchezan venceu a disputa pelo Paço Municipal no segundo turno das eleições realizadas em 30 de outubro.
O novo prefeito obteve 402.165 votos, o equivalente a 60,5% do total.  Marchezan disputava a eleição contra o então vice-prefeito da cidade, Sebastião Melo (PMDB), que ficou com 262.601 votos, 39,50% do total.

Ao todo, foram registrados na capital gaúcha 820.996 votos, 664.766 válidos (80,97%). Foram 46.537 votos em branco (5,67%) e 109.693 nulos (13,36%). O total de abstenções foi de 277.521, 25,26% do eleitorado. Porto Alegre tem 1.472.482 habitantes e 1.098.515 estavam aptos a votar

Marchezan Jr carrega o nome de um político marcante na história gaúcha, o ex-deputado estadual e federal Nelson Marchezan. De alguma forma, a política sempre fez parte da vida do tucano, já que, quando nasceu, o pai tinha 15 anos de uma trajetória que se estenderia até o início de 2002,

No mesmo ano, Marchezan  concorreria pela primeira vez em uma eleição. Eleito deputado federal, não assumiu a cadeira devido a uma decisão da Justiça Eleitoral, por falta de comprovação da filiação partidária. Foi eleito deputado estadual em 2006. Em 2010 voltou a concorrer a deputado federal, até ser eleito prefeito ocupava o segundo mandato em Brasília.